COM LICENÇA, TÔ POETIZANDO A VIDA!...

Prosas, crônicas, poesias e o melhor de Patos de Minas! Aqui tem um pouco de tudo e com muito bom humor... Se você chegou até aqui, prepare-se para se comunicar... Pode entrar... a casa é sua! [soniamel@gmail.com]

COM LICENÇA, TÔ POETIZANDO A VIDA!...

Prosas, crônicas, poesias e o melhor de Patos de Minas! Aqui tem um pouco de tudo e com muito bom humor... Se você chegou até aqui, prepare-se para se comunicar... Pode entrar... a casa é sua! [soniamel@gmail.com]
<<  2008  >>
Jan Fev Mar Abr
Mai Jun Jul Ago
Set Out Nov Dez
Buscar
Receba os posts
Terra Blog

Arquivo de: 2008

11.01.08

ComLicença para me despedir...

Estaremos fechados para balanço...

Não vou deletar o Blog, pois há nele muitas coisas interessantes que poderão servir de referência. No entanto, não vou postar mais.

2008 representa para mim o ano da esperança, de muitas mudanças, e a primeira delas já está em processo... Outras virão.

Quero aproveitar para agradecer às 61.510 visitas que tivemos até aqui e desejar àqueles que compartilharam conosco do ComLicença, um ano de muitas realizações.

Abçs

Sônia Amélia

05.01.08

ComLicença pra dar uma rapidinha...

Antonio Ermírio de Morais afirmou que :

" política é a arte de pedir votos aos pobres, dinheiro aos ricos e depois mentir para ambos".

Se ele afirmou isso, quem sou eu pra contestar???

Assino em baixo...

Bjks

Sônia Amélia

01.01.08

ComLicença pra dar uma sugestão pra 2008...

Sugestão
(Cecília Meireles)

Sede assim - qualquer coisa
serena, isenta, fiel.

Flor que se cumpre,
sem pergunta.

Onda que se esforça,
por exercício desinteressado.

Lua que envolve igualmente
os noivos abraçados
e os soldados já frios.

Também como este ar da noite:
sussurrante de silêncios,
cheio de nascimentos e pétalas.

Igual à pedra detida,
sustentando seu demorado destino.
E à nuvem, leve e bela,
vivendo de nunca chegar a ser.

À cigarra, queimando-se em música,
ao camelo que mastiga sua longa solidão,
ao pássaro que procura o fim do mundo,
ao boi que vai com inocência para a morte.

Sede assim qualquer coisa
serena, isenta, fiel.

Não como o resto dos homens.