COM LICENÇA, TÔ POETIZANDO A VIDA!...

Prosas, crônicas, poesias e o melhor de Patos de Minas! Aqui tem um pouco de tudo e com muito bom humor... Se você chegou até aqui, prepare-se para se comunicar... Pode entrar... a casa é sua! [soniamel@gmail.com]

COM LICENÇA, TÔ POETIZANDO A VIDA!...

Prosas, crônicas, poesias e o melhor de Patos de Minas! Aqui tem um pouco de tudo e com muito bom humor... Se você chegou até aqui, prepare-se para se comunicar... Pode entrar... a casa é sua! [soniamel@gmail.com]
<  Junho 2007  >
S T Q Q S S D
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30  
Buscar
Receba os posts
Terra Blog

Arquivo de: Junho 2007, 10

10.06.07

ComLicença pra falar que os 50.000 tão vindo aí...

Alcançamos até essa data, 49.309 acessos, segundo os contadores do Terra.

Em breve esse blog se preparará para comemorar as 50.000 visitas recebidas.

Claro que vai ter festa, muito bom humor e poesia... Evidentemente que sem você vai diminuir nossa alegria... Então venha, com o coração aberto pra se embriagar de poesia e de alegria...

Bjks

ComLicença pra te apresentar Antonio Kleber...

Antonio Kleber é brasileiríssimo, de Teresópolis -RJ. Escreve e distribui essas formosuras entre os amigos, para só depois, compilá-las em uma única obra. Seu primeiro livro é o QUARENTA SONETOS SEM PECADOS(1996, reeditado, revisto e ampliado). Em sua página pessoal pode-se ler muito mais que isso... Vá lá... Gaste um pouco de seu tempo lendo e saia de lá transbordando poesia... O endereço é:

http://www.literatura.klebermathias.nom.br

INSPIRAÇÃO

Mas eis que a inspiração que se ausentara
agora se aprochega à noite fria,
confortando minha alma tão vazia,
nutrindo o sentimento que não sara.

Recebo-a na cadência dos encantos,
tecendo as ilusões do amor ansiado.
Do meu desejo, emerge augusto fado;
do verso, brotam luzes, brotam cantos.

A inspiração colheu-me, desta feita,
centuplicando temas esquecidos
num passado de sonhos fenecidos!

No tremor da emoção que me sujeita,
escrevo este poema à musa eleita,
mas só, sob amargor imerecido!